13.8.10

 

Depois uma excelente campanha publicitária que a Porto Editora fez no lançamento do livro, O Hipnotista captou a minha atenção.

Houve um dia em que estava a passar pela estação do metro da Trindade e havia umas meninas a distribuir o primeiro capítulo do livro. Comecei a ler e tive que comprar (não fui eu que comprei, pedinchei ao meu mais que tudo). Desde que comecei a ler, devoro página por página no pouco tempo que disponho.

 

Visitem aqui a página da Porto Editora dedicada ao livro.

 

Sobre a história:

'A obra de Kepler introduz-nos Erik Maria Bark: o mais famoso hipnotista da Suécia. Acusado de falta de ética, e com o casamento à beira do colapso, jurou publicamente nunca mais praticar a hipnose nos seus pacientes e há dez anos que se mantém fiel à sua promessa. Até agora.
Em Estocolmo, uma família é brutalmente assassinada e a única testemunha está internada no hospital em estado de choque; Josef Ek, de apenas 15 anos, presenciou o massacre dos seus pais e da irmã mais nova, sendo ele próprio encontrado numa poça de sangue, vivo por milagre.
Nessa mesma noite, Erik Maria Bark recebe um telefonema do comissário Joona Linna solicitando os seus serviços – urge descobrir a identidade do assassino e para tal Josef deverá ser hipnotizado. Erik aceita a missão com relutância, longe de imaginar que o que vai encontrar pela frente é um pesadelo capaz de ultrapassar os seus piores receios.
Dias mais tarde, o seu filho de 15 anos, Benjamin, é sequestrado da própria casa. Haverá uma ligação entre estes dois casos? Para salvar a vida de Benjamin, o hipnotista deverá enfrentar os fantasmas do seu passado e mergulhar nas mentes mais sombrias e perversas que jamais poderia imaginar; o que tinha por difuso revela-se abominável, o que tinha por suspeito surge como demoníaco. Para Erik, a contagem regressiva já começou...'

 

link do postescrito por anid, às 22:28  opina à-vontade

10.11.09

Já acabei de ler o livro que tinha lido há uns anos. Não sei se foi porque na altura não fixei muito bem a história, que voltei a ficar entusiasmada com a leitura. Bem, fiquei surpreendida, como costumo ficar sempre, com o enredo e com o seu desfecho.

 

Gosto muito de ler policiais, mas neste momento já li três seguidos e da mesma autora e como tal sou capaz de regressar ao livro de Isabel Allende, 'A filha da fortuna', que estava a adorar, quando no meu aniversário me deram o livro 'Antecedentes Perigosos', da Tami Hoag.

 

Boas leituras!

 

link do postescrito por anid, às 14:47  opina à-vontade

12.10.09

Uma das minhas escritoras favoritas é a norte-americana Tami Hoag, como alguns devem já ter reparado. Depois de um excelente 'Prazer de Matar', seguiu-se o 'Antecedentes Perigosos', que mostrava até que ponto vamos das nossas capacidades para fazer justiça, seja em que lado estamos.

Agora, leio o 'Barreiras Ocultas', uma história que já li há uns anos e que este ano volto a recordar.

 

 

Sinopse:

Nem sempre a justiça é clara. Nem sempre o amor e a obsessão se distinguem. Decidida a encontrar o assassino que perturba a quente pacatez do Louisiana, a detective Annie Broussard ultrapassa a barreira do racional. Os colegas repudiam-na, o impulsivo Nick Fourcade tenta forjar uma aliança com ela. Entretanto o assassino vagueia sem castigo. Annie tem de agir antes que seja tarde demais. Uma morte, um estranho poema, um suspeito demasiado óbvio.

Depois de ter acusado Marcus Renard de perseguição, Pam é abandonada em agonia numa cabana em Pony Bayou. Nick Fourcade toma conta do caso mas introduz à última da hora uma prova no processo: o anel da vítima foi encontrado na casa do réu. O tribunal considera que ele está a tentar incrimar o réu implantado ilegalmente um prova e afasta-o das investigações. Num premeditado impulso de raiva o detective ataca Marcus e só a intervenção de Annie Broussard, que testemunha a agressão, evita a morte do alegado assassino às mãos do alegado justiceiro.

«Barreiras Ocultas» oscila entre a aparência de verdade e a real eficácia da lei. Annie acredita na justiça. Por isso, mesmo criticada pelos colegas que preferiam que Nick tivesse feito justiça pelas próprias mãos, mesmo tendo de forjar uma perigosa proximidade com o assassino, ela está determinada a chegar à verdade custe o que custar. E o preço é alto. Muito mais alto do que ela previra. Admirado com a sua coragem, Nick, que teima em encontrar o assassino, tenta ajudar Annie nas investigações, mas ela sabe que não pode confiar nele. Ou pode? Uma vez ultrapassada a fronteira do medo, ela invade os meandros da mente humana e das suas ínvias crueldades. Conseguirá regressar sã e salva desse outro território sem lei?

 

link do postescrito por anid, às 19:14  cusquices (3) opina à-vontade

7.9.09

Sendo que adoro romances policiais e já tendo lido vários da autora deste livro, Tami Hoag, este foi com todas as certezas dos que mais adorei.

 

Sinopse:

Num parque da cidade, ele celebra cuidadosamente a cerimónia. Prepara o corpo. Deita o catalisador e unge o morto. Em seguida, acende o fósforo e diz: «Do pó vieste e ao pó hás-de voltar.» A população está aterrorizada e os jornais não falam de outra coisa - já o denominam de "O Cremador". Ninguém sabe quem é, de onde vem ou o que pretende com tais rituais. Mas quando ele risca o fósforo com que irá incinerar a sua terceira vítima não se dá conta da existência de uma testemunha, uma adolescente fugida de casa que vê o rosto do Cremador à luz tremeluzente da pira funerária...

 

A história faz lembrar um pouco os casos da série 'Mentes Criminosas', com um serial-killer, um agente do FBI, analista de comportamentos.

Ao longo das quase 500 páginas, a história aborda as várias perspectivas das várias personagens, desde o agente do FBI, aos agentes policiais locais, à advogada, protectora da testemunha, à própria testemunha e ainda ao assassínio. O suspense é mantido bem até ao final, permitindo-nos como é evidente, tecer os nossos próprios comentários e teorias de quem matou quem. Mas será que se confirmam?

A mim, o final surpreendeu-me imenso e foi uma leitura que me deu imenso prazer.

Agora, regresso ao livro anterior, que não terminei de ler, da mesma autora, e que se chama 'Antecedentes perigosos'.

 

 

link do postescrito por anid, às 16:21  cusquices (1) opina à-vontade


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